Tecnologia tenta afastar o medo de golpe na revenda de ingressos
Verificação de identidade e retenção de pagamento buscam conter fraudes no mercado secundário de ingressos. Especialista distingue revenda de cambismo.
Publicado originalmente em IstoÉ Dinheiro. Ler no veículo original.
O mercado secundário de ingressos convive com fraudes recorrentes, e soluções de tecnologia tentam devolver confiança ao consumidor. Plataformas passaram a adotar verificação de identidade, com reconhecimento facial e documentação dos vendedores, além de reter o pagamento até a realização do evento, mecanismo que desestimula a aplicação de golpes.
A discussão jurídica separa a revenda eventual da especulação profissional. O lucro ocasional, na venda de um ingresso que não será usado, não se confunde com a atividade organizada de cambismo, que desequilibra o acesso e é coibida pela legislação.
Marco Antonio Araujo Junior, presidente da Comissão Especial de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento do Conselho Federal da OAB, observa que o lucro ocasional não caracteriza infração e que a lei mira a especulação profissionalizada.
Precisa de orientação sobre este tema?
Falar com o escritório